É natural que as pessoas pensem em mudar, mas poucos se dão ao trabalho de elaborar um Plano de Vida para um ano ou para vários anos. Este Plano poderá ser um instrumento utilizado para dar mais sentido e, verdadeiramente, mudar sua vida.
No entanto, é preciso alguns passos que, às vezes, não são observados. Primeiro, é preciso conhecer a si próprio. Quem é você? Quais seus pontos fortes e fracos? O que pode ser melhorado?... Depois, é necessário definir o que você quer. Quais seus objetivos? Qual renda deseja alcançar no primeiro ano, nos próximos cinco anos... Então, é preciso conceber algumas metas, compreendendo a área financeira, familiar, espiritual, profissional e social. Por fim, deve-se estabelecer estratégias para o alcance das metas definidas, ou seja, qual minha atual rede de relacionamento? Preciso reforçar? Alterar? Quantos e quais contatos devo manter? Quais cursos, congressos, seminários devo participar? Quantos contratos de trabalho posso firmar? Como faço a divulgação do meu trabalho? Quais parcerias...
Talvez, à primeira vista, seja um trabalho complexo. Mas, quando uma idéia é concebida e é iniciada a elaboração do Plano, as potencialidades de cada um são identificadas, a possibilidade de poder alcançar algo que antes não era acreditado vai se tornando factível... Quando menos se espera, o Plano está formatado.
Então, chega o momento da execução do Plano. Quando são alcançadas as metas mais simples, vai surgindo motivação para o atingimento daquelas mais arrojadas. È um processo dinâmico e estimulante. A avaliação de sua execução deve ser permanente. Alguns ajustes deverão ser realizados. É normal. Mas, quando os resultados começam a aparecer, é comprovado que o processo funciona. Então, você começa a pensar que tudo aquilo que foi programado representa o que era possível. Assim, vou fazer agora o planejamento das coisas que considero impossíveis.
Por que não?
Com certeza, vale o esforço!