segunda-feira, 16 de abril de 2007

"A crise educa"

Imagem internet
“A crise educa”. Esta frase representa uma “máxima". É verdade!

Na política, pode ajudar na conscientização do povo e na mudança de comportamento de eleitores, candidatos e eleitos.

Na vida familiar, os cônjuges, pais x filhos, irmãos... podem avaliar como está a convivência, o relacionamento. Como melhorar essa relação, para que haja mais respeito, tolerância, amor...

Com relação à situação financeira, é um bom momento para rever gastos, combater desperdícios, fazer poupança, planejar as receitas e despesas etc.

Na empresa e no trabalho, segundo um ditado chinês, crise é sinônimo de oportunidade. Então, é um bom momento para remanejar pessoal; rever a estrutura organizacional; melhorar processos de trabalho; redefinir trabalhos e funções; redimensionar equipes; elaborar estudos, planos, programas e projetos, com vistas angariar recursos financeiros; incentivar a participação do pessoal nas sugestões para solução dos problemas existentes...

Com esse raciocínio, pode-se estender a reflexão para a vida espiritual, o cuidado com a saúde, vida social, lazer, educação, prática de atividades físicas, redução do estresse e da ansiedade, melhoria da qualidade de vida...

Como se vê, é possível tirar proveito de uma crise!

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Plano de vida

É natural que as pessoas pensem em mudar, mas poucos se dão ao trabalho de elaborar um Plano de Vida para um ano ou para vários anos. Este Plano poderá ser um instrumento utilizado para dar mais sentido e, verdadeiramente, mudar sua vida.

No entanto, é preciso alguns passos que, às vezes, não são observados. Primeiro, é preciso conhecer a si próprio. Quem é você? Quais seus pontos fortes e fracos? O que pode ser melhorado?... Depois, é necessário definir o que você quer. Quais seus objetivos? Qual renda deseja alcançar no primeiro ano, nos próximos cinco anos... Então, é preciso conceber algumas metas, compreendendo a área financeira, familiar, espiritual, profissional e social. Por fim, deve-se estabelecer estratégias para o alcance das metas definidas, ou seja, qual minha atual rede de relacionamento? Preciso reforçar? Alterar? Quantos e quais contatos devo manter? Quais cursos, congressos, seminários devo participar? Quantos contratos de trabalho posso firmar? Como faço a divulgação do meu trabalho? Quais parcerias...

Talvez, à primeira vista, seja um trabalho complexo. Mas, quando uma idéia é concebida e é iniciada a elaboração do Plano, as potencialidades de cada um são identificadas, a possibilidade de poder alcançar algo que antes não era acreditado vai se tornando factível... Quando menos se espera, o Plano está formatado.

Então, chega o momento da execução do Plano. Quando são alcançadas as metas mais simples, vai surgindo motivação para o atingimento daquelas mais arrojadas. È um processo dinâmico e estimulante. A avaliação de sua execução deve ser permanente. Alguns ajustes deverão ser realizados. É normal. Mas, quando os resultados começam a aparecer, é comprovado que o processo funciona. Então, você começa a pensar que tudo aquilo que foi programado representa o que era possível. Assim, vou fazer agora o planejamento das coisas que considero impossíveis.

Por que não?

Com certeza, vale o esforço!

domingo, 8 de abril de 2007

"A falta que a Cepa faz"

Foi publicado na Coluna de Rubens Nóbrega, no Correio da Paraiba Online, de 07/04/2007, e no jornal impresso de hoje (08/04/2007), o seguinte:

Correio da Paraíba Sábado - 07.04.2007 - Edição online - Ano 07

Rubens Nóbrega

A FALTA QUE A CEPA FAZ

"Sérgio Almeida, ex-presidente do Crea, recolocou a Cepa (Comissão Estadual de Planejamento Agrícola) na lembrança e saudade de todas as pessoas de bem que compreendem a importância de um instrumento como esse para o Estado.

Na seqüência, Roberto Vital, ex-coordenador de Planejamento da Cepa, acrescentou elementos sobre essa história que deixariam qualquer um ainda mais indignado e intrigado diante do estranho e inexplicável desmonte do órgão.

Hoje, trago depoimento de Alexandre Pontes sobre a Cepa. Ele é outro que não consegue entender 'as razões para a desqualificação de um trabalho tão importante e necessário para o desenvolvimento sócio-econômico da Paraíba'.

Lembra que o trabalho da Cepa 'era realizado por uma equipe técnica reconhecida, naquela época, na Paraíba, em outros Estados, no Ministério da Agricultura e até por organismos internacionais, a exemplo do Bid e Bird'.

O Doutor Alex, atualmente do quadro de engenheiros agrônomos do Interpa (Instituto de Terras da Paraíba), fala com autoridade sobre o assunto. Ele também fez parte da equipe da Cepa, a partir de 1978.

Antes, deve ter feito Agronomia na UFPB, no campus de Areia, dando seqüência a uma carreira que começou em Bananeiras, no Colégio Agrícola Vidal de Negreiros, onde concluiu o curso de Técnico Agrícola em 1971.

A propósito, ele informa que foi aluno de meu pai na Escola de Bananeiras. E, para meu orgulho, o Doutor Alex revela que tem o professor Vicente Nóbrega na conta de 'exemplo de integridade e competência'.

Na mensagem ao colunista, fica claro o quanto ele ficou sensibilizado com o que leu aqui sobre a extinção da Cepa. Gostaria muito que tal sensibilidade alcançasse o coração ou, pelo menos, o cérebro de nossas atuais e futuras autoridades.


Restaurada, a Cepa poderia levar a administração do Estado de volta a um tempo em que se pensava no futuro da Paraíba e se planejava alguma coisa para torná-la melhor para todos os seus viventes".

"13 atitudes para evitar"

Imagem http://www.psicoblog.com.br/page/2/ Segundo a psicoterapeuta e assistente social Amy Morin, devemos evitar 13 atitudes para conse...